quarta-feira, 27 de julho de 2016

Olimpíada de Língua Portuguesa (Escrevendo a crônica)

Olá pessoal!!
Como prometi a vocês, listarei abaixo alguns tópicos importantes que os ajudarão a melhorar o texto da crônica de cada um.

Prazo final para entrega da primeira versão: 05/08.

  • O assunto da crônica pode ser qualquer notícia, atual ou não, que tenha saído em jornais, revistas ou internet. Pesquise sobre o assunto e procure lê-lo em mais de uma fonte (se saiu em um jornal, leia também a mesma matéria em outros meios, para ver como a mesma notícia é divulgada em diferentes meios.);
  • Planeje seu texto e responda às seguintes perguntas, elas o ajudarão na escrita:
          Qual o foco narrativo?
          Quem são as personagens?
          Qual o enredo, como, onde e quando vai se desenrolar a narrativa?
          Vou narrar em tom humorístico, lírico, irônico ou crítico?
          Existe um elemento surpresa?
          Como vai ser o desfecho? Aberto ou conclusivo?

                                   Como iniciar um texto?
       Um professor propôs como assunto da crônica o temporal que se abateu na cidade de São Paulo no início da semana.
       Veja as propostas de “abertura” de três alunos relacionadas a essa mesma notícia:
     
        Primeiro aluno: A Tempestade
               O céu anunciava tempestade. Em dias como esse, o fluxo de carros aumenta na cidade de São Paulo. Todos querem chegar em casa antes da chuva. Caos total!

        Segundo aluno: Toró
               Relâmpagos e trovoadas anunciam a chegada de um toró. O corre-corre natural da hora do rush em São Paulo se intensifica em dia de chuva. Se qualquer chuvinha já alaga ruas e avenidas, imagine uma tempestade! O trânsito fica impossível. Os alagamentos contribuem para a aflição dos trabalhadores que querem chegar em casa a qualquer custo.

       Terceiro aluno: Sofrimento
             A história começa com a enorme fila de pessoas que se forma na estação Sé do Metrô para o embarque. São dezenove horas. Todos querem chegar em casa. O desespero transparece no rosto de cada um. Cotoveladas, empurra-empurra, gritaria, pés castigados. Todo dia de chuva acontece isso.

Por fim,

         Roteiro para a revisão da crônica
  •  O cenário da crônica reflete o lugar onde você vive?
  •  Ela cumpre o objetivo a que se propõe: emocionar, divertir, provocar reflexão, enredar o leitor?
  •  E o episódio escolhido, como é tratado pelo autor? Há um modo peculiar de dizer?
  •  Organiza a narrativa em primeira ou terceira pessoa?
  •  As marcas de tempo e lugar que revelam fatos cotidianos estão presentes?
  •  Que tom o autor usa ao escrever: irônico, humorístico, lírico, crítico?
  •  Utiliza uma linguagem simples, espontânea, quase uma conversa informal com o leitor?
  •  O enredo da crônica está bem desenvolvido, coerente? Há uma unidade de ação?
  •  No desenrolar do texto, as características da narrativa (personagem, cenário, tempo, elemento surpresa ou conflito e desfecho) estão presentes?
  •  Faz uso de verbos de dizer? (Oficina 6, 4º etapa - tipos de discurso)
  •  Os diálogos das personagens são pontuados corretamente?
  •  Há alguma palavra que não está escrita corretamente, frases incompletas, erros gramaticais, ortográficos? E a pontuação está correta?
  •  O título mobiliza o leitor para leitura? 
Qualquer dúvida, estou à disposição!! Bom trabalho!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

A crônica "do Rock" foi criada pelo autor "Carlos Heitor Cony" a história conta de uma menina de 12 anos que compra cds escondida do pai em uma loja e manda entregar na sua casa, quando a encomenda chega seu pai atende ficando muito bravo com a filha, mas vendo ela feliz ele não faz nada.

Tipo de linguagem: Formal com palavras não utilizadas normalmente no dia a dia

sexta-feira, 8 de julho de 2016

A arte de ser avó

A cronica "A arte de ser avó" é muito interessante, recomendo que todos leiam pois
passa muita compaixão. Realmente na velhice os avó passam a dedicar-se completamente para os netos mais do que para seus próprios filhos.
 Titulo: A arte de ser avó   Autor: Rachel Queiroz  Tom: Lirico

quarta-feira, 6 de julho de 2016

A BOLA


 A crônica faz uma comparação dos gostos infantis que mudaram com o passar dos tempos. A alegria do pai que recebera a bola quando criança se compara à alegria de uma criança de hoje quando recebe, por exemplo, um videogame. As crianças de hoje são totalmente tecnológicas e já não se empolgam com a simplicidade de uma brincadeira com bola, como antigamente.
Desenvolva sua dissertação baseado nessa comparação, descrevendo as emoções de uma criança perante um brinquedo novo. 


AUTOR:Luis Fernando Verissimo
nome da crônica:A bola

 

terça-feira, 5 de julho de 2016

         A crônica que eu li, fala sobre o sentimento chamado amor, esse sentimento acontece sempre e também pode acabar a qualquer momento.

Titulo: O Amor Acaba
Autor: Paulo Mendes Campos

Época: Não tem uma época especifica.
Palavras: tédio, insônia e alegria

Assunto: Quando o amor acaba

Personagem: Amor

Tom: O autor estava como narrador



Falemos das flores

 A crônica fala sobre as flores, que existe para cada tipo de flor uma característica, existe flor de todos os jeitos, como flores da terra ou até mesmo flores do mar esses são alguns dos exemplos, a crônica é mais calma fala de um jeito suave. Estou falando da crônica  '' Falemos das Flores'' do autor José de Alencar.
  título: Falemos das flores.   autor: José de Alencar       época e palavras daquele tempo: 1855
  tema ou assunto: Fala sobre cada tipo de flor    tom: lírico
A arte de ser avó (Rachel de Queiroz) este texto fala de como é ser avó e da arte de ser avó,ele fala exatamente que a vida traz netos e deixa tudo melhor para compensar a solidão da velhice,que o amor que tem por neto e maior que temos pelos próprios filhos.Um texto que me despertou o sentimento de compaixão pois fala sobre familia.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

A arte de ser avó (Rachel de Queiroz) este texto fala de como é ser avó e da arte de ser avó,ele tambem falava que a vida nos da os netos para nos compensar de todas as multiplicações trazidas pela velhice.Eu achei um texto fofo e alegre,por que fala da familia

Do Rock

A crônica "Do Rock", escrita pelo autor Carlos Heitor Cony fala sobre uma coisa pouco comum mas não rará. Fala sobre uma menina de 12 anos que ja tem maturidade suficiente para comprar cd's em uma loja perto de sua casa, ela manda entregar os cd's em casa e quem atende a porta é o pai da menina, o entregador pergunta sobre a menina mencionando o "Sra." antes do nome da garota e o pai diz não conhecer mesmo sabendo que era sua filha, o entregador vai embora mas logo a curiosidade do pai desperta e chama o entregador de volta ele pergunta do que se trata e assina um cheque não tão barato mas logo quando vê a felicidade de sua filha cantando e dançando ele esquece de o quão bravo estava por ela fazer isto sem avisar e acaba se juntando à ela para se divertir um pouco.
-Autor: Carlos Heitor Cony
-Nome da crônica: Do Rock
-Tipo de linguagem: Formal com palavras não utilizadas normalmente no dia a dia

Crônica A Bola

A crônica que eu li se chama "A Bola" do Luís Fernando Veríssimo, esta crônica traz como tema os brinquedos das crianças de hoje em dia, criando uma situação onde o pai presenteia o filho com uma bola de futebol e o menino desconhece o que é aquilo. Ao meu ver sobre o que a crônica apresenta, o autor quis demonstrar o quanto os brinquedos evoluíram desde quando o pai era criança até os dias atuais (2016) deixando de lado as brincadeiras mais "clássicas" e, digamos que, tornando as crianças mais sedentárias.
                                A cronica que eu li, foi de uma senhora que dava prejuizo para a operadora, mesmo o plano sendo ilimitado, ela não se interessava em trocar por ser um plano muito bom para ela a anos, a operadora da sua linha queria fazer de tudo dando varias outros planos a oferecer, mas sem exito.
                                                                                                                                                                 Titulo: Casa da Sogra
Autor: FAbricio Carpinejar


Época: Atualmente 2016
Palavras: Prejuizo, planos ilimitados limitados

É um tema sobre atualmente que essa senhora só fica no celular, diferente de ficar por telefonar, mandar mensagens ou tanto nas redes sociais. Tema também de operadoras com limites.

Personagem: Senhora Clara e a operadora

O Autor estava como observador.         SARAH BITELO

Catadores de Tralhas e Sonhos

Então, essa crônica se mostrou ser muito boa em todos os sentidos. Por contar uma história real e que vemos no nosso dia-a-dia, os carroceiros não valorizados pela nossa sociedade mas como todos tem um grande sonho dentro de si e que desejam um dia realiza-ló. Recomendo todos a ler essa crônica.

Nirvana

Essa crônica foi escrita por Rian Lopes, no ano de 2016. A crônica Nirvana  fala de como é difícil acharmos um lugar no qual se encaixamos, a crônica é narrada. Essa crônica apresenta um tom de reflexão.

A última crônica

Essa crônica foi escrita pelo autor Fernando Sabino, no ano de 2005.
É uma história um tanto quanto "emocionante", porque fala sobre uma família humilde que comemora o aniversário da filha em um botequim, com uma fatia de bolo apenas para a menina. O título da crônica remete a um possível fim, em relação as crônicas, onde o cronista deixa bem claro que para a última crônica dele, ele queria apenas o sentimento que ele sentiu ao ver aquela família naquele lugar. Ele deixa bem claro que eles eram extremamente simples, e detalha que a filha e o pai, esperavam atenciosamente até que a mãe tirasse a vela da bolsa e colocasse em cima da fatia de bolo.
Depois de cantarem parabéns, a menina come a fatia sozinha, e o pai perde o olhar pelo botequim, e percebe que um homem o observa com um olhar de emocionado. Eles se olham e o pai sorri, e no final da crônica ele fala:
- Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
 "Falemos das Flores (1855) José de Alencar" Esta crônica expressa sentimentos de carinho e compaixão,ao falar das flores e compara-las a elementos no qual expressam uma forma figurada das palavras.
  Já que as flores são comparadas com estrelas,que ao ver não tem nada haver uma com a outra porem no sentido que é dado a expressão faz com que o sentido literal nos leve a pensar no que não é dado pela ciência,mais sim pelo sentimento retido a isso.Esta crônica nos leva a pensar além do que é visto e sim ao que sentimos.
 Gostei bastante do que ela se refere,com sua sensibilidade e mostrando realmente o que sentimos as vezes ao ver uma peça.

Falemos das flores

    Falemos das flores
    de José de Alencar
   É uma crônica relativamente muito boa e florida, chega a fazer transbordar o coração de tantas palavras bonitas escritas. As flores são a essência da vida, o ar que nos respiramos, o que a natureza nos deu sem pedir nada em troca. A forma como o autor descreve as flores  é tão elaborada, sentimental e profunda. Eu relativamente me surpreendi ao ler e estou entusiasmada!!!

Nirvana




Do rock

Do rock
Carlos Heitor Cony
Ano de 2009

A crônica fala sobre uma menina que compra cd's escondido do pai e quando o pai descobre, deixa o fato de que ela escondeu isso dele de lado e dança com a menina as músicas, ficando feliz por ser pai.
Os personagens dessa crônica são o entregador dos cd's, o pai da menina e a menina.
A crônica faz uso de um tom sério.

Catadores de Sonhos e Tralhas

Bom galera, confesso que é uma crônica muito interessante o título é justamente o que eu esperava que se referia. Conta a história dos carroceiros das ruas de São Paulo, de suas lições de vida, seus sonhos escondidos, com uma certa desilusão " A gente encontra cada coisa por aí... Só não encontra o que a gente sonha" é a frase dita por um carroceiro que veio de Minas Gerais. Leiam porque é uma boa crônica.

        Carlos Heitor Cony

  Carlos Heitor Cony é um grande cronista puxou esse dom de berço, seu pai era um grande escritor de um jornal.
  Carlos foi alfabetizado em casa seus pais preferiram assim pois acreditavam que a escola iria torná-lo má influencia foi convidado há uma faculdade de filosofia mas recusou pois seguia os costumes dos pais.
Seu primeiro trabalho foi no Jornal Brasil aonde se tornou famoso rapidamente.
  Peguei para ler a cronica "Do Rock" uma cronica feita por ele, a cronica passa nos dias de hoje assim fica mais fácil de entende la, a cronica fala dos jovens de hoje em dia e a baru lera que muitos fazem para incomodar seus pais e isso faz seus pais lembrarem do tempo que eles eram os adolescentes barulhentos.
  Para aqueles que quiserem ler esta aqui
   Tocam a campainha e há um estrondo em meus ouvidos. A empregada estava de folga, o remédio era atender o mau-caráter que me batia à porta àquela hora da manhã. Vejo o camarada do bigodinho com o embrulho largo e enfeitado.
— É aqui que mora a senhorita Regina Celi?
Digo que não e fulmino o importuno com um olhar cheio de ódio e sono, mas antes de fechar a porta sinto alguma coisa de íntimo naquele “senhorita Regina Celi”, sim, há uma Regina Celi em minha casa, minha própria filha, mas apenas de 12 anos, uma guria bochechuda ainda, não merecia o título e a função de senhorita.
Chamo o homem que já estava no elevador. Eram CDs, a garota encomendara um mundão de CDs numa loja próxima, e pedira que mandassem as novidades, pois as novidades estavam ali, embrulhadinhas e com a nota fiscal bem às claras.
Gemo surdamente na hora de assinar o cheque e recebo o embrulho. A garota dormia impune, o mundo podia desabar, e ninguém a despertaria do sono 12 anos. Deixo o embrulho em cima do som e volto para a cama, forçar o sono e a tranquilidade interior, abalada pelo cheque tão matutino e fora de propósito. Quando ordeno os pensamentos e ambições no estreito espaço do meu pensamento e retomo um sono e um sonho sem cor nem gosto, começa o rock.
Anos atrás, seria começa o beguine. Mas o beguine passou de moda, e o swing, o mambo, o baião e outras pragas vindas de alheias e próprias pragas. Pois aí estava o rock, matinal, cor de sangue e metal inundando o dia e o quarto com sua voz rouca, seu compasso monótono e histérico.
Purgo honestamente meus pecados e lembro o pai, que me aturava a mania pelos sambas de Ary Barroso. O velho não dizia nada, mas me olhava fundo e talvez tivesse ganas de me esganar. Mas me aturava e aturava o meu Brasil brasileiro.
Hoje, aturo o rock. Vou ao banheiro, lavo o rosto, visto um short e vou para a sala disposto a causar boa impressão à senhorita Regina Celi, que de babydoll, esbaforida, se degringola ao som de U2.
O tapete já fora arrastado e amarfanhado a um canto. Meu castiçal de prata foi profanado com a cara de um tipo até simpático que naquela manhã ganhará alguma coisa à custa do meu labor e cheque.
A senhorita Regina Celi tem a cara afogueada, os pés e as pernas avançam e ficam no mesmo lugar, o corpo todo treme e sua, até que ela me estende o braço.
— Vem, papai!
O peso dos meus invernos e minhas banhas causa breve hesitação. Mas ali estamos, eu e a senhorita Regina Celi, uma menina que ainda pego no colo e aqueço com meu amor e o meu carinho, quando ela tem medo do mundo ou de não saber os afluentes da margem esquerda do rio Amazonas na hora do exame. Ela me chama e me perdoa.
Então, aumento o volume do som, espero o tal do U2 dar um grito histérico e medonho – e esqueço o cheque, a vida e a faina humana rebolando este cansado corpo-pasto de espantos – até que o fôlego e o U2 acabem na manhã e no som.

 

 

Poema de amor

 Aqui vai um poema de amor: De Ledo Ivo

 

 

 Soneto Puro


Fique o amor onde está; seu movimento
nas equações marítimas se inspire
para que, feito o mar, não se retire
de verdes áreas de seu vão lamento.

Seja o amor como a vaga ao vago intento
de ser colhida em mãos; nela se mire
e, fiel ao seu fulcro, não admire
as enganosas rotações do vento.

Como o centro de tudo, não se afaste
da razão de si mesmo, e se contente
em luzir para o lume que o ensolara.

Seja o amor como o tempo – não se gaste
e, se gasto, renasça, noite clara
que acolhe a treva, e é clara novamente.


                                                 

                                                                               Por: Jadna Lopes